2Pac

Foi morto em 1996 a tiros na cidade americana de Las Vegas, num crime que não foi esclarecido. Diz-se porém, que Tupac Amaru Shakur, apenas fingiu a sua própria morte, pois as provas de que realmente ele morreu são escassas. Algum tempo antes da sua morte Tupac afirmou querer deixar a sua vida como gangsta rapper, e daí muitos dizem ser por isso que fingiu a sua morte.
50 Cent

Antes de entrar para o mundo da música, 50 Cent traficava drogas.[3] Após largar a vida do crime, 50 Cent acabou sendo baleado nove vezes em 2000, mas sobreviveu. Após lançar o álbum Guess Who's Back?, o cantor despertou interesse de Eminem, que logo o indicou para a gravadora Interscope Records. Em 2003, fundou a G-Unit Records, juntamente com seus parceiros na banda G-Unit, Lloyd Banks, Young Buck e Tony Yayo. Lançou um filme onde contou sua autobiografia, denominado Fique Rico ou Morra Tentando.
Vida antes da fama
Curtis James Jackson III cresceu no bairro conhecido como South Jamaica, localizado no Queens, Nova Iorque. O rapper foi criado pela mãe que traficava drogas para o chefão Mc Griff.[3] Ela foi encontrada morta ainda quando Curtis era criança, vivendo o resto de sua infância e adolescência com seus avós.
Ele começou a escrever suas letras de rap bem cedo, mas só levou o trabalho a sério após o nascimento do seu filho. Assinando contrato com a Jam Master Jay e aprendendo a contar barras e estruturas das músicas. "In Da Club","Window Shopper","Wanksta","P.I.M.P","Candy Shop","21 Questions" e "Many Men" foram alguns dos maiores sucessos dele.
Jam Master Jay Records
Jam-Master Jay do Run-DMC encontrou um potencial no rapper e o contratou em sua gravadora, por um curto período. Sua primeira participação oficial foi na música do grupo Onyx, "React" em 1998. Jam-Master Jay começou a ensinar 50 Cent como fazer uma gravação.
Columbia Records
Depois de deixar Jam Master Jay, a dupla de produtores Trackmasters ficou sabendo de 50 cent e o assinou na Columbia Records em 1999. Eles levaram 50 Cent para Upstate NY onde eles trancaram-no no estúdio por 2 semanas e meia. Ele retornou com 36 músicas nesse curto período, o que resultou no "Power of the Dollar", um não lançado oficialmente mixtape.
Sua carreira decolou após o lançamento do bem-sucedido, porém polêmico single "How To Rob" em que ensina como roubar rappers famosos. Ofendidos pela gravação, Jay-Z, Big Pun, Sticky Fingaz e Ghostface Killah responderam ao single. Seu próximo single, "Ghetto Qur'an", o levou a uma briga com um dos chefes do tráfico conhecido como Kenneth "Supreme" McGriff, fundador de uma gangue conhecida como "Supreme Team".
A música fala sobre os negócios do tráfico e expõe o nome de muitos no ramo. O álbum estreiante Power of the Dollar foi engavetado devido às controvérsias à volta do rapper, e também o levou a diversos tiroteios e disputas com vários rappers afiliados com McGriff.
Tiroteio
Em Abril de 2000, três dias antes de filmar seu vídeo com o grupo Destiny's Child da música "Thug Love", 50 Cent foi baleado 9 vezes. Uma no maxilar, uma em cada perna,uma no dedo mínimo que saiu pelo dedão, uma no mesmo braço que depois ele fez uma tatuagem por cima (para esconder a cicatriz), uma entre o peito e o tórax, uma no peito, uma o raspando em sua barriga e a outra no tornozelo.
Isso ocorreu na frente da casa da sua avó em Queens, Nova Iorque. Seus ferimentos não eram de grande risco apesar do tiro que o acertou no maxilar acertou sua língua e deixou sua voz um pouco mais rouca , foi submetido a uma cirurgia e ficou poucos meses em recuperação enquanto a gravadora o largou do grupo. Após a recuperação, 50 Cent voltou a gravar, apesar de ter pouca renda ou ter como suportá-la, com seu novo amigo de negócios Sha Money XL. Os dois gravaram mais de trinta canções, exclusivamente para mixtapes com o propósito de criar uma reputação para 50.
O valor de 50 Cent cresceu e no final de 2001 ele lançou um novo material independentemente temporariamente como LP, Guess Who's Back?. Começando a atrair o interesse, e suportado agora por seu grupo, G-Unit. Mas era diferente esta vez, melhor que criar canções novas como tiveram antes, 50 decidiu mostrar sua habilidade reformulando as batidas que já tinham sido usadas. Eles lançaram o vermelho, o branco e o azul bootleg, "50 Cent Is the Future", material revisado por Jay-Z e Mr. Pavons.
Um dos seus melhores amigos, Lloyd Banks, foi também alvejado, em 2001, por dois tiros, mas sobreviveu.
Shady/Aftermath
50 conseguiu a atenção de Eminem com tais mixtapes, que mostrou interesse em trabalhar com o rapper. Quando Eminem levou isso para a atenção de Dr. Dre, contribuiu com 50 Cent a assinar um contrato com a Interscope Records. 50 Cent também foi o primeiro a assinar em uma união de esforços entre Shady Records do Eminem e Aftermath Entertainment do Dr. Dre.
Sobre a Interscope, 50 Cent ganhou grande fama. O rapper aparece na trilha sonora de 8 Mile, com o single "Wanksta", que foi pedida em várias estações de rádio pelo EUA. Também, após assinar com a Shady/Aftermath, seu grupo, a G-Unit, prosperou. Em setembro de 2004, fez uma apresentação no Brasil, show qual foi considerado razoável, e as polêmcias tiveram destaque, onde 50 Cent afirmou que a melhor coisa que encontrou no Brasil é a maconha.[4]
[editar] Atualmente 2005-presente
Em 2005, 50 Cent* criou também um jogo de computador para Playstation e Xbox, com o nome de "Bulletproof", que inclui vários temas inéditos do MC*, o artista chegou a admitir a hipótese de abandonar o rap para trabalhar nos bastidores da música. Já gravou músicas com artistas como Jennifer Lopez. Além disso, o rapper começou a construir sua carreira no cinema. Seu primeiro filme, "Get Rich or Die Tryin'(Fique Rico ou Morra Tentando)" (2005), usa de algumas das experiências reais pelas quais passou o cantor.
Outros filmes em que ele atua são "Live Bet",que conta a história de clubes clandestinos em Manhattan que também realizam apostas em corridas de carros ilegais, "Home of the Brave", em que atua ao lado de Samuel. L. Jackson, Jessica Biel e Christina Ricci, "The Dance", com a participação de Nicolas Cage e "Righteous Kill", chamado de "As Duas Faces da Lei" no Brasil com estréia em 10 de outubro de 2008, em que ele contracena com Robert de Niro e Al pacino. Possui um filho, apelidado de "25 Cents".
50 Cent tem fãs por todo o mundo, mas também há quem critique o gangster pelo seu passado. Atualmente, em maio de 2008, o rapper foi assaltado. Uma apresentação de 50 Cent em Luanda, Angola, teve de ser interrompida bruscamente. O rapper americano foi assaltado em pleno palco, no meio do show, um espectador apareceu do nada em sua frente e arrancou o colar de seu pescoço. 50 Cent ainda tentou agarrar o ladrão, perseguindo-o pelo meio do público, mas não conseguiu e acabou abandonando o palco. Os outros membros do grupo G-Unit* fizeram o mesmo, e a apresentação foi encerrada. Sete mil pessoas que estavam presentes no evento, intitulado Festival Internacional da Paz, testemunharam o ocorrido.
O álbum Before I Self Destruct está previsto para Novembro de 2009.
Facção Central

História
O grupo foi formado em 1989, na região central de São Paulo (Glicério, Cambuci e Ipiranga), sendo inicialmente integrado por Nego (hoje conhecido como rapper Mag), Eduardo e Jurandir. Nego e Jurandir deixaram o grupo, sendo substituídos por Dum Dum e Garga, que se juntaram a Eduardo e iniciaram as atividades do grupo. De 1997 para 1998 Garga saiu do grupo e Erick 12 chegou para somar, mas em seguida deixou o Facção Central (FC) e hoje apenas produz o grupo.
Nascidos e criados em cortiços, os componentes Eduardo (compositor/intérprete) e Dum Dum (intérprete) conviveram desde a infância com violência social, tráfico de drogas, vícios, violência policial, delegacias e presídios. Um passado violento transformado em fonte de inspiração e traduzido em composições contundentes que relatam a realidade cotidiana das camadas mais baixas da sociedade, além de criticar duramente aqueles que, na visão do compositor Eduardo, seriam os causadores dos problemas discutidos nas letras das canções.
Ameaças policiais por telefone, censuras de algumas rádios, prisões pelo conteúdo de algumas letras e até mesmo a proibição de veiculação na televisão brasileira do videoclipe "Isso aqui é uma Guerra", considerado pelas autoridades como apologia à violência[1], são algumas das consequências decorrentes da postura do grupo.
Discografia
Álbuns
* 1993 - Família Facção
* 1995 - Juventude de Atitude
* 1998 - Estamos de Luto
* 1999 - Versos Sangrentos
* 2001 - A Marcha Fúnebre Prossegue
* 2003 - Direto do Campo de Extermínio
* 2005 - Facção Central - Ao Vivo
* 2006 - O Espetáculo do Circo dos Horrores
Racionais MC's

Usando a linguagem dos morros, com expressões típicas das comunidades pobres com o objetivo de comunicar-se de forma mais eficaz com o público jovem de baixa renda. As letras do grupo fazem um discurso contra a opressão à população marginalizada na periferia e procuram passar uma postura contra a submissão e a miséria. Apesar de atuar essencialmente na periferia paulistana, de não fazer uso de grandes mídias e se recusar a participar de grandes festivais pelo Brasil, o grupo vendeu durante a carreira cerca de 1 milhão de cópias de seus álbuns.
História
Um dos principais grupos de rap e hip hop brasileiros, os Racionais MC's surgiram no final da década de 1980. A primeira gravação dos Racionais MC's foi em 1988, quando o selo Zimbabwe Records (especializado em música negra) lançou a coletânea "Consciência Black". Neste LP, apareceram os dois primeiros sucessos do grupo: "Pânico na Zona Sul" e "Tempos Difíceis". Ambas canções apareceriam dois anos depois em Holocausto Urbano, primeiro disco solo do grupo de rap[1]. No LP, o grupo de rap paulistano denuncia em suas letras o racismo e a miséria na periferia de São Paulo, marcada pela violência e pelo crime. O álbum tornou os Racionais MC's bem conhecidos na periferia paulistana, o grupo fez uma série de shows pela Grande São Paulo. Ainda naquele ano, o conjunto fez dois na Febem.
Em 1991, os Racionais MC's abriram para o show do pioneiro Public Enemy, um dos mais famosos grupos de hip hop americano, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A popularização na periferia de São Paulo fez com que os integrantes dos Racionais MC's passassem a desenvolver trabalhos especialmente voltados para comunidades pobres, dentre os quais um projeto criado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, em que o conjunto realizou palestras em escolas sobre drogas, racismo, violência policial, entre outros temas. No final de 1992, foi lançado Escolha seu Caminho, segundo LP do grupo.
No ano seguinte, participaram do projeto "Música Negra em Ação", realizado no Teatro das Nações em São Paulo, e gravaram o disco Raio x Brasil, terceiro disco do conjunto, lançado em uma festa na quadra da escola de samba Rosas de Ouro, para um público estimado de 10 mil pessoas. Canções deste disco como "Fim de Semana no Parque" e "Homem na Estrada" (ambas de Mano Brown) fizeram grande sucesso em bailes de rap e nas rádios do genêro em todo o país.
Principal atração do Rap no Vale, um concerto de rap realizado no final de 1994, no Vale do Anhangabaú (centro de São Paulo), e que terminou em confusão e quebra-quebra, os membros do grupo foram presos pela polícia sob acusação de incitação à violência - a violência policial é um tema freqüente nas letras do grupo[1]. Ainda naquele ano, a gravadora Zimbabwe lançou a coletânea Racionais MC's.
Populares, os Racionais MC's participaram nos anos seguintes de vários concertos filantrópicos em benefício de HIV positivos, campanhas de agasalho e contra a fome, além de atuarem em protestos como o aniversário da Abolição dos Escravos no Brasil.
No final de 1997, foi lançado o disco Sobrevivendo no Inferno, pelo selo Cosa Nostra (do próprio grupo), que vendeu mais de 500 mil cópias. Dentre os grandes sucessos deste álbum estão "Diário de um Detento", "Fórmula Mágica da Paz", "Capítulo 4, Versículo 3" e "Mágico de Oz". Com esse disco, os Racionais MC's deixavam de ser um fenômeno na periferia paulistana para fazer sucesso entre outros grupos sociais. Apesar disso, o grupo adotou uma postura antimídia. Um exemplo notório foi a cerimônia de premiação do Video Music Brasil, da MTV Brasil, quando Mano Brown provocou a plateia presente no evento, ao dizer que a mãe dele já teria lavado a roupa de muitos daqueles "boys", e ressaltou que o público dos Racionais MC's continuaria sendo o da periferia.
Continuam a se apresentar em clubes e quadras de escola de samba de comunidades carentes pelo Brasil. O disco chegou a marca de 500 mil cópias vendidas somente com distribuição do próprio grupo (nas bancas de jornal, bailes, clubes, quadras, shows e camelôs).[1]
Em 2002, o grupo lançou Nada Como um Dia Após o Outro Dia, disco duplo que, assim como seu antecessor, foi bem recebido pela crítica. Entre os maiores sucessos estão "Vida Loka", "Negro Drama", "Jesus Chorou" e "Estilo Cachorro"[2]. Em 2006, o grupo lançou 1000 Trutas, 1000 Tretas, primeiro DVD do grupo.
Em 2009, foi lançado o álbum Tá na Chuva, com nove canções. Atualmente, o grupo mantém parceria com outra banda de rap, Rosana Bronks[3], a qual faz show junto com os Racionais, já gravou um disco sobre a mesma gravadora (Cosa Nostra) e tem participação especial em uma música, 1 Por Amor, 2 Por Dinheiro.
Discografia
A discografia de Racionais MC's consiste em três coletâneas, cinco álbuns de estúdio e dois álbuns ao vivo. Sobrevivendo no Inferno, lançado em 1998[4], foi o que teve mais vendas. O grupo já lançou mais de
Coletâneas
* Consciência Black, Vol. I (1989)
* Racionais MC's (1994)
* Som da Massa, Vol. I (1994)
Álbuns de estúdio
* Holocausto Urbano (1990)
* Escolha seu Caminho (1992)
* Raio x Brasil (1993)
* Sobrevivendo no Inferno (1997)
* Nada como um Dia Após o Outro Dia (2002)
* Tá na Chuva (2009)
Álbuns ao vivo
* Ao Vivo (2001)
* 1000 Trutas, 1000 Tretas (2006)
DVDs
* 1000 Trutas, 1000 Tretas (2006)
Principais destaques
Todas as apresentações ocorreram em São Paulo, exceto quando notado.
* 1990: Show beneficente aos jovens da Febem;
* 1991: Abertura pro show do Public Enemy no Ginásio do Ibirapuera;
* 1992: "Rap no Vale" no Vale do Anhangabaú;
* 1993: lançamento oficial do disco Raio x Brasil na quadra da Sociedade Rosas de Ouro;
* 1993: "Música Negra em Ação" no Teatro das Nações;
* 2002: "Hutus Rap Festival" no Armazém 5 (RJ);
* 2003: Com Nega Gizza e MV Bill no Olímpo (RJ);
* 2003: Em Hamamatsu, Shizuoka (Japão);
* 2007: Na Virada Cultural da Praça da Sé.
Snoop Dogg

Snoop Dogg (nome artístico de Cordozar Calvin Broadus, Jr.; Long Beach, 20 de outubro de 1971), é um rapper e ator americano.
Ganhou o apelido de "Snoopy" de sua mãe e adotou o nome artístico de Snoop Doggy Dogg quando começou a gravar. Snoop já atuou no cinema, com participações em filmes como Confusões No Lava-jato , Prá lá de Bagdá, Dia de Treinamento, Hot Girls, Bones - O Anjo das Trevas e Uma Festa no Ar.
História
Biografia e carreira
Nascido em Long Beach, na Califórnia, Snoop Dogg entrou no mundo do rap como um orgulhoso representante da costa oeste dos Estados Unidos. Em 1992, quando ele surgiu, a costa oeste era conhecida por rappers como Tupac, Eazy-E, Dr. Dre, Ice Cube e Ice T, artistas inteligentes e da linha gangsta rap, que pintavam um retrato realista e perturbador da vida.
Snoop Dogg começou a carreira como membro do grupo 213, que também incluía Warren G e Nate Dogg, conhecidos mais pelas suas carreiras solo do que pelo grupo. Os fãs de hip-hop ouviram o estilo malandro de Snoop Dogg pela primeira vez com o filme de Dr. Dre, Deep Cover. Depois, ele apareceu no disco clássico de Dre, The Chronic, em que interpreta o sucesso "Nuthin' But a G Thang", uma das muitas colaborações que reuniu os dois rappers ao longo dos anos.
Dogg era muito amigo de Tupac Shakur, e chegou a compor músicas com ele quando ainda gravava pela Death Row Records. É notória também a sua amizade com o grande rapper-produtor Dr. Dre, que o lançou no mainstream do rap em sua primeira aparição no videoclipes de "Nuthin' But A G Thang", do álbum The Chronic, de Dre, em 1992.
Seu primeiro lançamento, foi o álbum Doggystyle, lançado pelo célebre selo do hip-hop, Death Row, do magnata Suge Knight. Lançado em 1993, tornou-se o primeiro disco de estréia de um artista a chegar ao número um da parada geral da Billboard e recebeu encomendas antecipadas de 1,5 milhão de unidades. Doggystyle já vendeu mais de sete milhões de unidades em todo o mundo e é considerado como um dos maiores álbuns de hip hop da história. O segundo álbum, e que já não contou com Dr. Dre na produção, saiu em 1996, e intitulava-se Tha Doggfather, que também estreou na primeira posição na Billboard.
Logo depois fechou contrato com a No Limit Records, de Master P, onde gravou The Game Is to Be Sold, Not to Be Told (1998), No Limit Top Dogg (1999) e Tha Last Meal (2000). Em 2002 o rapper passou para a Priority/Capitol e lançou Paid Tha Cost to Be Da Bo$$, que teve como maior êxito o tema "Beautiful", cujo videoclipe foi filmado em locações no Brasil (no Rio de Janeiro), e que contou com a participação de Pharrell Williams, dos The Neptunes. Fundou seu próprio selo, Doggystyle Records, distribuído pela MCA, e uma grife de roupas, a Snoop Dogg Clothing.
Em 2004 lançou o seu trabalho R&G (Rhythm & Gangsta): The Masterpiece, do qual já se extraíram os singles "Drop It Like It's Hot", "Let's Get Blown", ambos com a participação de Pharrell Williams, e ainda mais "Signs" que conta com a colaboração de Justin Timberlake e Charlie Wilson. No ano de 2006 lançou novo álbum, Tha Blue Carpet Treatment, onde contou com participações de R. Kelly, B-Real, E-40, The Game, Akon, entre outros. Tha Blue Carpet Treatment teve singles como "That's That's" (com R. Kelly), "Vato" (com B-Real), "Drippin' Like Water" (com E-40, Daz, Mc Eith, Goldie Loc e Kurupt, e o mais recente "Boss Life" com Akon na versão do disco e na versão do videoclipe Nate Dogg.
Seu lado cômico lhe proporcionou uma série de papéis em filmes como Baby Boy, de John Singleton, Dia de Treinamento, com Denzel Washington, Confusões no Lava Jato (que também conta com participação de Dr. Dre), e o filme de terror Bones, entre outros.
Em 18 de maio e outubro de 2001, Snoop Dogg foi multado e preso por porte de maconha.[1] Em 2008 lançou o álbum Ego Trippin'.
Discografia
Postscript-viewer-blue.svgVer página anexa: Discografia de Snoop Dogg
* 1993 - Doggystyle
* 1996 - Tha Doggfather
* 1998 - Da Game Is to Be Sold, Not to Be Told
* 1999 - No Limit Top Dogg
* 2000 - Tha Last Meal
* 2002 - Paid tha Cost to Be da Bo$$
* 2004 - R&G (Rhythm & Gangsta): The Masterpiece
* 2006 - Tha Blue Carpet Treatment
* 2008 - Ego Trippin'
* 2009 - Malice in Wonderland
Filmografia
Postscript-viewer-blue.svgVer página anexa: Filmografia de Snoop Dogg
* 1998 - Prá lá de Bagdá - Scavenger Smoker
* 1998 - Jogo Bruto - Kool Kitty Kat
* 1998 - Ride - Mente
* 1998 - Documentry of Shawn - Brian
* 1999 - Garotos Brancos (camafeu) (também com a música "Whiteboys")
* 2001 - Parceiros no Crime
* 2001 - Baby Boy - O Dono da Rua - Rodney (Ouro)[2]
* 2001 - Dia de Treinamento - Blue
* 2001 - Bones - O Anjo das Trevas - Jimmy Bones
* 2001 - Confusões no Lava-Jato - Dee Loc (também produtor executivo)
* 2003 - Dias Incriveis - ele mesmo (camafeu)
* 2003 - Pauly Shore Está Morto
* 2003 - O Mais Procurado (voz)
* 2004 - Justiça em Dobro - Huggy Bear
* 2004 - Uma Festa no Ar - Antonio Mack
* 2005 - The L.A. Riot Spectacular (narrador)
* 2005 - Boss'n Up - Cordé Christopher
* 2006 - O Inquilino - Willie Spermint
* 2006 - Welcome to Hood of Horror - Caçador do Inferno/Devon/Narrador (também produtor executivo)
* 2009 - Brüno
DJ Jamaika

DJ Jamaika é um cantor de rap brasileiro natural de Brasília que começou sua carreira na periferia, na cidade satélite de Ceilândia. Foi um dos pioneiros dos movimento rap de Brasília. Junto com seu irmão, Kabala, liderou o grupo de rap Alibi, que também tinha em sua primeira formação: GOG e Rei do Cirurgia Moral. Também fundou o aclamado grupo Câmbio Negro, autor do clássico do rap nacional: "Sub-raça". Na carreira solo, sua música mais conhecida é "Tô Só Observando".
Um de seus CDs mais conhecidos é o Pá Doido Pirá, que também é sucesso de crítica e referência no Rap Nacional. O rapper ainda lançou seus discos pela gravadora Discovery G1.
No início de 2002, Dj Jamaika tornou-se evangélico e passou a trabalhar com o seguimento de Rap Gospel. Apesar da mudança, o rapper continua tendo grande aceitação dos antigos fans. E conseguiu equilibrar suas atividades do passado com as atuais, assim como o relacionamento com os públicos. O rapper não é visto apenas como uma referência histórica do Rap Nacional, ao passo que também não sumiu assumindo especificamente apenas seu novo segmento. Neste aspecto, o trabalho do artista mostra o quanto públicos diversos e heterogêneos consomem e admiram sua música e seu trabalho.
Curiosidades
* Além da profícua e bem sucedida carreira musical como artista, Dj Jamaika também teve grande êxito como DJ residente de festas e bailes (como a "Makossa", "Criolina", "Frenética", "Tribal Generation", "Celebration 70's & 80's" e a "Move"). Tais eventos marcaram a cidade de Brasília (sendo lembradas até hoje) difundindo o hip hop entre diversos públicos jovens, de várias classes sociais.
* Entre suas frases famosas, destaca-se: "Eu sou a bala de borracha que se transforma em aço lá na frente e vou fazer o regaço".
* Em seu primeiro cd gospel, Antídoto, Dj Jamaika retomou a parceria com seu irmão, Kabala, inspirado na bem sucedida investida do Câmbio Negro e Álibi, nos anos 90, que produziu verdadeiros clássicos do Rap Nacional.
* Atualmente, Dj Jamaika além de rapper, dj e produtor de eventos passou atuar como produtor de documentários e palestrante de Congressos e de Debates entre jovens, sempre versando sobre temas como: violência urbana, realidade da periferia, rehabilitação social, vícios, drogas e cultura hip hop. Muito de seus enfoques levam em conta a espiritualidade e a vida Cristã.
Discografia
* 1993 - Câmbio Negro - Sub-Raça
* 1995 - Álibi - Abultre
* 1997 - Álibi - Pague pra entrar e reze pra sair
Solo
* 1998 - Dj Jamaika - Utopia
* 1999 - Dj Jamaika - De Rocha
* 2000 - Dj Jamaika - Pá doido pirá
* 2002 - Dj Jamaika - A bola da vez
Solo (Fase Gospel)
* 2005 - Dj Jamaika - Antídoto
* 2007 - Dj Jamaika - Álibi para a Morte
* 2008 - Dj Jamaika - Evangelôco


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